Pai é Pai! Pai não é acompanhante!

Foi criada uma Petição Pública para que o Pai deixe de ser considerado um acompanhante no momento do parto e passe, por lei, a fazer parte integrante da tríade mãe-pai-bebé. Assim, o que Sandra Oliveira, impulsionadora desta mudança de paradigma, propõe, é que passe a existir o direito à presença de acompanhante para apoiar o casal, ou seja, um acompanhante para além do pai.

 

Pode ler-se no texto da referida petição que Pai não é, nem pode ser contabilizado como acompanhante pelos serviços de saúde.

 

O apoio à mulher grávida no parto é um direito essencial. Contudo, os signatários desta iniciativa consideram que com a passagem do parto para o contexto hospitalar passou a incutir-se no Pai a grande responsabilidade de assumir o papel de apoio à mulher no parto, num momento que é também dele, e em que ele próprio precisa de ser apoiado.

 

E porque nos dias de hoje os serviços, em termos de infraestruturas e espaço, têm as condições necessárias para acolher este momento - familiar - a presença do Pai deve ser considerada intrínseca. Propõe-se, portanto, que seja feita esta clarificação a nível legislativo, pondo fim à limitação de apenas um acompanhante por cada mulher em trabalho de parto, e que seja dada possibilidade de escolha ao casal, de quem desejam ter com eles para os apoiar (a título de exemplo: avó, tia, irmã, doula).

 

Se apoia esta causa, não deixe de assinar aqui:

 

 

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